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Neste espaço você conhecerá o Levantamento Rápido do Índice de Infestação de Aedes aegypti (LIRAa), uma pesquisa completa sobre a localização das áreas de maior risco de incidência do mosquito.
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![]() Um museu que desafia a distância O escritor italiano Italo Svevo costumava dizer que “falta vida à monotonia dos museus”. Isso porque ele não sabia que uma exposição também pode viajar. Hoje, a realidade dos museus é outra – interativa - e, em alguns casos, até mesmo móvel. Por exemplo, qualquer cidade no Sudeste do país que quiser realizar uma exposição sobre a dengue pode simplesmente chamar o museu itinerante e receber um caminhão repleto de atividades culturais e educativas. Esta é a proposta do Ciência Móvel - Vida e Saúde para Todos, projeto do Museu da Vida, Fundação Oswaldo Cruz. O projeto consiste em um grande veículo móvel equipado com jogos, vídeos científicos, multimídia, diversas oficinas e profissionais qualificados. O caminhão começou a circular em 19 de outubro de 2006 e já levou conhecimento a 33 cidades do Sudeste do Brasil, para mais de 210 mil pessoas. Cerca de 20 integrantes fazem parte da equipe, entre mediadores e coordenadores. Tudo começa com o interesse da cidade em receber o Ciência Móvel, explica o coordenador do projeto, José Ribamar. As autoridades locais, então, entram em contato com os organizadores e, depois de uma avaliação, os temas prioritários para a cidade são levados pelo museu itinerante. Estes podem variar entre qualquer assunto da área de ciência da vida e biomédica. “Na exposição “Dengue”, por exemplo, buscamos levar informações e promover o envolvimento das pessoas, através de filme, oficinas, esquete teatral etc... Tudo para que as pessoas percebam as possibilidades de contribuir para a prevenção da doença. É algo que vai além do discurso e da informação”, explica o coordenador. O objetivo é levar atividades de ciência de forma envolvente e prazerosa, principalmente, às cidades cuja população não tem acesso aos equipamentos culturais das grandes cidades. “Queremos estimular o gosto pela ciência e o prazer pela pesquisa”, completa Ribamar. Como o museu é móvel, uma das maiores características do projeto acaba sendo o de inclusão sociocultural. Isso porque o caminhão traz interatividade, populariza a ciência e oferece educação de modo inovador e multimídia. Acesse o site http://www.museudavida.fiocruz.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=mvida&sid=222 e descubra como trazer o caminhão da ciência para a sua cidade. |
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