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Neste espaço você conhecerá o Levantamento Rápido do Índice de Infestação de Aedes aegypti (LIRAa), uma pesquisa completa sobre a localização das áreas de maior risco de incidência do mosquito.

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Atenção! Mesmo com o fim do verão, a mobilização e a prevenção devem continuar

No verão os cuidados com a dengue devem ser redobrados. Você já deve ter ouvido esta frase ou alguma semelhante, não é mesmo? Está certo, mas esta é uma verdade que não exclui outra: a prevenção à dengue deve fazer parte da rotina das quatro estações do ano. Portanto, agora que o verão chega ao fim – a estação termina oficialmente no dia 20 de março –, nada de relaxar e achar que o perigo foi embora!

 Os ovos do mosquito transmissor da dengue o Aedes aegypti podem sobreviver por até um ano e meio em um ambiente seco. Eles ficam ali, imperceptíveis, esperando uma oportunidade para eclodir. Esta oportunidade é a água. Se o local em que ele foi depositado – uma garrafa, um pratinho de vaso de planta, um pneu ou uma calha, por exemplo – não for eliminado, o ovo ficará ali por todo este tempo.

Além disso, a queda na temperatura também não é garantia para ausência do mosquito. O mosquito está ficando cada vez mais adaptado a diferentes condições ambientais e, mesmo que as temperaturas fiquem mais baixas no outono, isso não significa que o Aedes aegypti deixe de ser uma ameaça. Se por um acaso a temperatura estiver propícia, o pequeno invasor pode se reproduzir e você só perceber quando for tarde demais.

A dengue é uma doença grave e ainda não há vacina para prevenção, logo, devemos combater o mosquito transmissor, que apesar de não poder ser erradicado, pode e deve ser controlado por todos nós. Por isso, e por todos os outros motivos que foram explicados, mesmo com o fim do verão, duas palavras que você certamente também já ouviu não podem ser esquecidas: mobilização e prevenção.

Contra a dengue, se mobilizar e se prevenir devem ser ações constantes e fazer parte da sua vida em todas as estações do ano. Para ajudá-lo a colocar isso em prática, o Portal Rio Contra a Dengue preparou algumas dicas importantes. Afinal, o seu olhar atento é fundamental para manter afastado o risco de uma epidemia de dengue. Confira e faça a sua parte!

  • Não deixar acumular água parada em nenhum tipo de recipiente. Para isso, retire recipientes abertos de locais descobertos.
  • Tampe caixas d’água, cisternas, poços e qualquer outro depósito de água. É importante que estes depósitos fiquem bem vedados, não deixando frestas para a passagem do mosquito.
  • Verifique também calhas, declives no terreno e ralos que possam estar entupidos. Se a calha estiver com folhas secas e outras sujeiras, retire a sujeira para que a água possa escoar.
  • Tampe os vasos sanitários.
  • Se houver piscina em casa e ela não estiver sendo usada, não a deixe cheia. E antes de usá-la novamente, faça uma boa limpeza.
  • Lembre-se de colocar terra nos pratos dos vasos das plantas ou removê-los.
  • Jogue o lixo fora. É importante acondicioná-lo corretamente e mantê-lo longe de animais a espera do serviço de limpeza urbana.
  • Febre alta, dor de cabeça e dores no corpo são sintomas da dengue.
  • Ao sentir estes primeiros sintomas, beba bastante líquido e procure o posto de saúde mais próximo. Lembre-se: a dengue não é uma doença comum.





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