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Neste espaço você conhecerá o Levantamento Rápido do Índice de Infestação de Aedes aegypti (LIRAa), uma pesquisa completa sobre a localização das áreas de maior risco de incidência do mosquito.
Confira os últimos números ![]() |
![]() LIRAa atualizado: confira o novo mapa da dengue no Rio Informação é fundamental no combate à dengue. E para obter importantes informações sobre a localização das áreas de maior risco de incidência do mosquito, o Estado do Rio de Janeiro realizou no mês de março o novo Levantamento do Índice de Infestação Rápido para o Aedes aegypti (LIRAa). O levantamento, feito periodicamente por amostragem nos municípios por meio da visita de agentes de Saúde a residências e outros imóveis, dá origem ao Índice de Infestação Predial (IIP) médio do município e dos seus estratos (áreas dentro do município), que representa o percentual de imóveis com a presença de criadouros que contenham larvas do mosquito. Estes dados são fundamentais na definição de estratégias de combate à doença e de ações localizadas de informação e conscientização da população. Atentos a isso, 69 municípios realizaram o LIRAa e enviaram os resultados à Secretaria de Estado de Saúde e Defesa Civil (SESDEC), o que representa 75% dos municípios do estado, percentual maior do que o do levantamento anterior – entre o final do mês de outubro e início do mês de novembro de 2009, 50 municípios (54%) realizaram o LIRAa. Entretanto, quatro destes municípios apresentaram um percentual de perda na amostragem igual ou maior que 20%, o que faz com que seus resultados não sejam considerados. São eles os municípios de Comendador Levy Gasparian, com perda de 53% da amostra, Paracambi, com perda de 50%, Iguaba Grande, com perda de 28%, e Miguel Pereira, com 20%. Como o LIRAa é uma metodologia de amostragem estatística, perdas elevadas na amostra comprometem a confiabilidade dos resultados. O levantamento realizado em março mostra que 55% dos municípios que realizam LIRAa estão em alerta (Índice de Infestação Predial - IIP entre 1 e 3,9%) para a ocorrência de surto ou epidemia – no levantamento anterior, 56% dos municípios estavam em alerta. Já 37,6% do municípios estão em situação de baixo risco (IIP < 1%) – anteriormente, 44% estavam nesta situação – e 7,2% em alto risco (IIP > 4%) – nos meses de outubro e novembro não havia nenhum com alto risco. Os municípios nesta situação são Tanguá (IIP de 7,9%), Araruama (IIP de 5,2%), Cordeiro (IIP de 5,4%), Miracema (IIP de 4,5%) e Quatis (IIP de 4%). Estes resultados correspondem aos índices médios dos municípios, isso significa que dentro dos municípios podem ser encontradas áreas em alto risco. Cabe, portanto, às Secretarias Municipais de Saúde uma análise mais detalhada de seu resultado por estrato ou bairro e a divulgação junto à população para medidas de controle. Afinal, com as informações do LIRAa é possível ficar atento aos tipos de criadores do mosquito que predominam em cada área e, desta forma, se prevenir contra a doença. Clique aqui para conferir os gráficos de LIRAa por região. |
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